Revella Agritech e Biosul Fertilizantes: Tecnologia em aditivos que inovou no mercado de fertilizantes

BLOG_Revella e biosul

Sempre buscando inovar o portfólio com tecnologias e aditivos que atendam as necessidades das indústrias e dos produtores, a Biosul Fertilizantes e a Revella Agritech firmaram uma parceria de sucesso que perdura por anos.

Há mais de 19 anos no mercado de fertilizantes a Biosul atua no segmento de nutrição vegetal, tecnologias de aplicação e insumos biológicos, sendo pioneira no uso de extratos vegetais e aminoácidos em grande parte de suas formulações.

Da mesma forma a Revella Agritech é uma spin- off da TNS Nano, pioneira em desenvolver tecnologias e aditivos sustentáveis em tamanho micro e nanométrico para os diversos segmentos do agro. 

Com os objetivos alinhados, a parceria prosperou, rendeu frutos que crescem cada dia mais.

Unindo esforços para desenvolver tecnologias e aditivos inteligentes que tornem os meios de produção mais eficazes e produtivos, a fim de garantir mais segurança desde o produtor rural até o consumidor final. 

Leia mais em: Uso de tecnologias para o aumento de produtividade na agricultura

Sobre a Biosul

A Biosul Fertilizantes é uma indústria brasileira, sediada na cidade de Vacaria, RS, Brasil. 

Ao longo dos anos de atuação nunca deixou de modernizar-se e investir em novas tecnologias, colocando a ciência a serviço da natureza, para oferecer as melhores soluções para todos os tipos de culturas.

Nesse sentido, possui um amplo portfólio contempla mais de 60 produtos para grãos, fruticultura, hortigranjeiros e flores, dentre outros produtos. 

Tadeu Pontalti, CEO da Biosul Fertilizantes, buscava por produtos inovadores no setor de fertilizantes, e principalmente, produtos que fossem rentáveis e sustentáveis. 

O empresário, acompanhava diariamente as novidades no setor, foi então que conheceu os produtos da Revella e a parceria começou! 

A ideia principal é levar para o campo produtos com ação e performance potencializados, que aumentem a produtividade e vigor das lavouras. 

Atualmente a parceria cresceu, evoluindo para desenvolvimento de novos produtos, novos testes e aplicações além de cursos, feiras e eventos. 

Saiba mais em: Biosul, a história.

Por dentro da Revella

Um dos maiores desafios da Revella foi desmistificar o uso de nanopartículas e o microencapsulamento de ativos no setor agro. 

Pouco se sabe sobre as vantagens da nanotecnologia aplicada em produtos como fertilizantes, adjuvantes e outros, o que torna o trabalho da Revella ainda mais importante.

Nossas tecnologias e aditivos consiste em materiais nanoparticulados, isto é, com partículas de dimensões nanométricas, que possuem características distintas de suas versões microparticuladas. 

Imagem: Escala comparativa de materiais

E qual o benefício para o agro?

O pequeno tamanho das partículas melhora a superfície de contato, e o resultado é que as plantas absorvem mais nutrientes, mesmo em menor quantidade.

Nesse sentido, a liberação do princípio ativo pode ser realizada de forma lenta, tornando os processos mais eficientes e eficazes. 

Essa ação se reflete na formulação final, beneficiando as formas de absorção bem como a translocação dos princípios ativos pelas estruturas vegetais.

Leia mais em: Nanotecnologia no agro: como a Revella influencia o segmento

Novos desafios e novas oportunidades

A partir dos desafios vieram as oportunidades, sabemos que diferentes pontos de vista nos levam a olhar para novos caminhos.

Como na maioria das lavouras e culturas (principalmente monoculturas), é indispensável a utilização de produtos químicos, sejam eles para o tratamento de sementes, manejo de solo, adubação de base, adubação foliar, defensivos agrícolas e até mesmo no pós-colheita. 

Por que não tornar o uso destes produtos, mais otimizado, consciente e sustentável?

Isso foi o que aconteceu, com a incorporação das tecnologias e aditivos da Revella ao produtos da Biosul, agregamos vantagens e diferenciais, resultando no aumento do potencial produtivo das lavouras bem como facilitando a vida do produtor rural.

Leia mais em: Biológicos no agronegócio, conheça a ciência que está por trás

Sucesso de vendas

Hoje o mercado conta com produtos de alta tecnologia, como é o caso do Velus e +QOil.

O +Velus possui uma solução nanotecnológica estabilizada em extratos vegetais, que contribui com o crescimento das plantas, além de ser fundamental para o metabolismo vegetal e formação da clorofila. 

A sinergia da fórmula da Biosul com o aditivo Arbo também intensifica o sabor e a cor dos vegetais e das flores, além de atuar como ativador de enzimas em múltiplas rotas de importantes funções nas plantas, como na fotossíntese e respiração.

Já o + Q Oil contém nanopartículas cobre, que contribuem com a disponibilidade desse micronutriente para as culturas.

A combinação de Cyprium com esse adjuvante, constituído de óleo vegetal emulsificante, não causa fitotoxicidade nas plantas, sendo uma solução pronta para ser adicionado a caldas de pulverização com outros agroquímicos, como herbicidas, fungicidas, inseticidas, acaricidas, reguladores de crescimento e fertilizantes foliares. 

Baixe nosso ebook: Tecnologia no tratamento de sementes

O agro não para!

Quando duas empresas se unem com um único propósito, os resultados são surpreendentes!

A Revella Agritech oferece diferentes produtos para o agro, como: Arbo, Cyprium, Larvshield, e o Revella test

Sendo pioneira no mercado de nano e biotecnologias para o agronegócio, com certificados e laudos que  comprovam sua segurança e eficácia dos seus produtos. 

Além disso, a Revella busca sempre contribuir com o  sucesso dos clientes, e na tecnificação da agricultura em diversas etapas da cadeia produtiva.

Sabemos que estamos no caminho certo, quando temos clientes como a Biosul. Empresas que juntas não medem esforços para ver a evolução do agronegócio brasileiro.

É esta a transformação que queremos levar para o mundo, tecnologias inteligentes, para o agronegócio, promovendo a saúde e bem-estar para sociedade e meio ambiente.

Leia mais em: Uso de tecnologias para o aumento de produtividade na agricultura

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Como aumentar a produtividade e qualidade da aquicultura?

Desenvolvimento de tecnologias que reduzam perdas além de aumentar a produtividade, qualidade e sanidade da aquicultura, são peça-chave para o crescimento do setor.

A aquicultura tem crescido e aumentado muito sua participação na economia do país. 

Sendo observado, em 2021, um aumento de 4,7% na criação de peixes em cativeiro no Brasil, com um faturamento de aproximadamente R$ 8 bilhões. 

No entanto, os peixes cultivados são suscetível a perdas por doenças infecciosas, manejo inadequado e má gestão, o que pode diminuir significativamente os lucros da atividade.

 Leia mais em: Nanotecnologia no setor agro: como a Revella influencia o segmento

O que é Aquicultura?

Antes de mais nada, de acordo com a FAO, a aquicultura é definida como a prática que abrange todas as atividades relacionadas ao cultivo de organismos aquáticos, como peixes, moluscos, crustáceos, plantas aquáticas, répteis e anfíbios.

Sobretudo, a aquicultura utiliza dos conhecimentos de biologia, genética, ecologia e zoologia.

Além de conhecimentos de áreas como engenharia de pesca, tecnologia de alimentos, sociologia, economia e da própria engenharia de aquicultura.

Portanto, esse segmento se destaca como importante modo de produção de alimentos no mundo, tanto como atividade de subsistência quanto como atividade comercial. 

Mercado de produção Aquícola

Atualmente, tem se observado um crescente desenvolvimento do setor aquícola

Em outras palavras, desde 2020, as produções pesqueira e aquícola atingiram um recorde histórico de 214 milhões de toneladas, cerca de US $424 bilhões.

Sendo está produção 60% acima do que a média observada na década de 1990.  

Nesse sentido, as operações da aquicultura representa atualmente cerca de 99% das algas marinhas consumidas no mundo, 90% das carpas e 73% dos salmões. 

Tilápias, mariscos, caranguejos, bagres e lagostas criadas, representam 50% do que chega à mesa do consumidor.

Só no Brasil, a expectativas de crescimento é de 104% até 2025, devido ao incentivo às pesquisas que vão estimular o desenvolvimento de tecnologias que irão refletir no aumento de produtividade e sanidade do setor.

Da mesma forma, o consumo de produtos da aquicultura deverá aumentar 15% até 2023, atingindo a marca de 21,4 kg per capita.

Leia mais em: Revella Agritech: Nano e Biotecnologias para o agro.

Aumentar a produtividade na aquicultura para combater à fome

Quando falamos de Aquicultura, vemos que a produção deste setor se destina prioritariamente ao consumo humano.

Só então, os seus subprodutos ou resíduos (esqueleto, cabeça, escamas e víceras) são transformados em farinhas, que é utilizada para produção de ração animal.

A FAO destaca que a aquicultura é uma atividade que tem como missão garantir a qualidade alimentar, o fornecimento proteico, a nutrição e a geração de empregos para a população.

Em outras palavras, devemos continuar trabalhando para apoiar o crescimento da população mundial, seja por meio da produção de alimentos ou da geração de empregos.

O desenvolvimento de tecnologias para aumentar a sanidade e produtividade na aquicultura deve ser foco dos mais diferentes setores econômicos, devido sua importância social.

Nesse sentido, também é fundamental garantir o progresso do setor, priorizando a sustentabilidade das reservas e ecossistemas, protegendo os meios de subsistência a longo prazo. 

Leia mais em: Biológicos no agronegócio: conheça a ciência que está por trás 

Pesquisas aquícolas: contribuindo para a produção e sanidade dos sistemas

Atualmente, as pesquisas na área aquícola buscam respostas que contribuam para o aumento da produção e sanidade dos sistemas, a fim de contribuir com a valorização do setor.

Em outras palavras, o foco desses estudos está em métodos de manejo, sanidade e alimentação que possibilitem aumentar a produtividade da aquicultura com baixo impacto econômico e ambientais.

Uma das grandes dificuldades da aquicultura atual está em conter a disseminação de doenças, principalmente as causadas por bactérias que podem oferecem risco tanto a produção quanto a saúde do consumidor.

Nesse sentido, métodos envolvendo vacinação e uso de antibióticos podem ser aliados para no controle dessas infestações.

Porém, as boas práticas de manejo relacionadas a alimentação, qualidade da água, oxigenação e redução da carga orgânica nessas estrutura, contribuem para a sanidade dos sistemas de cultivo, sendo prioridade de uso pelos produtores.

Pesquisas com o uso da nanotecnologia tem mostrado promissor na melhora da saúde dos peixes criados em sistemas aquícolas, podendo ser mais um importante aliado nos sistemas de manejo.

Atualmente, sensores nanotecnológicos altamente seletivos para detecção de patógenos em água podem ser utilizados na aquicultura, podendo contribuir para otimização dos processos produtivos.

Leia mais em: Revella test:  Biossensores para detecção de Salmonella spp.

Inovação e tecnologia: avanços no setor produtivo

Em primeiro lugar, deve-se lembrar que inovação, tecnologia e produção são conceitos que hoje andam lado a lado.

Atualmente, os recursos disponibilizados pelo mercado tecnológico têm se traduzido em aumento de produtividade, qualidade e otimização de processos trazendo benefícios para todo o setor. 

Nesse sentido, a nanotecnologia pode ser vista como importante recurso que aparece cada vez com mais frequente nas diferentes etapas da cadeia produtiva.

Aliando conhecimento científico e desenvolvimento tecnológico, a Revella Agritech oferece soluções que atendem as demandas de sanidade do setor de forma eficiente e sustentável.

Com soluções antimicrobianas à base de nanotecnologia, as soluções da Revella são inovadoras e se diferenciam no setor tanto auxiliando no combate de agentes patogênicos quanto na inibição de infecções cruzadas

Para saber mais sobre esta e outras tecnologias desenvolvidas pela Revella.

Entre em contato com a gente por aqui, nossa equipe de especialistas estará pronta para atendê-lo.

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Nanotecnologia no agro e o papel da Revella

Você já ouviu falar de nanotecnologia no agro? A princípio esse termo pode parecer futurista, mas essa tecnologia já é realidade para inúmeros setores da indústrias e a Agro não fica de fora.

Entende-se como nanotecnologia a ciência que estuda e trabalha com partículas equivalentes a 1 bilionésimo de um metro, sendo essa característica responsável por maior eficiência desses materiais.

Brasil no cenário mundial de produção agrícola

Não é novidade que o Brasil ocupa um importante espaço na produção agrícola mundial.

A presença de territórios férteis, disponibilidade de recursos hídricos e as condições climáticas tornam nosso país peça-chave para a produção mundial.

Além disso, o investimento no estudo e desenvolvimento de tecnologias relacionadas ao mercado, contribui também para que o Brasil ocupe esse espaço de grande importância.

Como prova disso, em 2022 pesquisadores da Embrapa publicaram um documento com um compilado de dados publicados pela FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura) que traz informações sobre o agronegócio brasileiro no ano de 2021.

O documento “O Agro no Brasil e no Mundo, edição 2022” apresenta informações que colocam o Brasil como:

Apesar dos resultados apresentados, são muitos recursos naturais que contribuem para o atual cenário agro brasileiro, podendo esses tornar-se limitados ao longo dos anos.

Sendo assim, é necessário o desenvolvimento de tecnologias que contribuam para a maior produção com menos uso desses recursos.

Como produzir mais com menos?

Essa é uma pergunta presente nas principais discussões sobre a produção agropecuária. 

Como produzir mais com menor uso de insumos, menor gasto energético, menor degradação ambiental, menor uso de área, menor tempo, menor investimento…

Ou seja, são inúmeros os parâmetros que buscam a resposta para essa pergunta, sendo possível vislumbrar um futuro promissor para a nanotecnologia no agro.

As linhas de aplicações da nanotecnologia no agro são inúmeras e buscam atender o mercado com soluções que contribuam com o aumento de eficiência de fertilizantes, agroquímicos e o uso de nanosensores nos mais diferentes etapas da cadeia produtiva.

Essas soluções contribuem para o aumento produtivo com menor uso de recursos.

Além dos benefícios trazidos em aspectos produtivos o auxílio na remediação de problemas ambientais como degradação de solo, cursos d’água também são de grande importância para a agro.

Ou seja, todos os benefícios citados contribuem com o objetivo de produzir mais com menos e produzir de forma mais sustentável.

Saiba mais em: Uso de tecnologias para o aumento de produtividade na agricultura

Pesquisas brasileiras com nanotecnologia no agro

Tendo em vista o potencial associado a nanotecnologia no agro o governo brasileiro passou a financiar programas de desenvolvimento de nanotecnologias.

A EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária),  juntamente com o LNNA (Laboratório Nacional de Nanotecnologia para o Agronegócio) e outras 53 instituições, formam a rede Agronano

Rede composta por diversos pesquisadores brasileiros e abrange todo o território nacional.

De acordo com a Embrapa, nos próximos anos, o avanço de pesquisas relacionadas à nanotecnologia no agro e as suas aplicações trarão impactos para a vida de 5 bilhões de pessoas ao redor do mundo.

Nanotecnologia no agro e suas aplicações

Como já exposto anteriormente, a nanotecnologia agrega valor ao agronegócio através do incremento produtivo e auxílio na remediação de impasses ambientais.

Além disso, a otimização de processos produtivos é outro importante benefício da nanotecnologia, o que contribui para a redução dos custos de produção.

Existem diversas formas de aplicação da nanotecnologia dentro da cadeia produtiva do agronegócio brasileiro.

Dentre eles os que têm ganhado maior destaque nos últimos anos são os métodos de desenvolvimento de nanopartículas e nanoencapsulação para liberação controlada dos aditivos.

Nesse sentido, o desenvolvimento de novas tecnologias contribui com a redução do uso de defensivos químicos e maior eficiência no uso de fertilizantes, e é neste contexto que a nanotecnologia e a Revella Agritech tornam-se grandes aliados da agro.

Leia mais em: Revella Agritech e Biosul Fertilizantes: Tecnologia em aditivos que inovou no mercado de fertilizantes

Soluções nanotecnológicas da Revella Agritech para o mercado agro

Conforme as demandas do mercado agro foram surgindo a Revella Agritech passou a desenvolver aditivos que visam otimizar a performance de insumos agrícolas.

Com variedade de produtos e aplicações para o agro, e em constante pesquisa para o desenvolvimento de novas tecnologias, a Revella possui portfólio que se adapta às mais diferentes aplicações e produtos presentes na agroindústria.

Dentre as soluções já existentes no portfólio, os aditivos da linha foliar atuam através do efeito sinérgico com ativos de produtos comerciais favorecendo o desenvolvimento saudável das culturas tratadas.

Da mesma forma, os aditivos da Linha Seed, desenvolvidos para o tratamento de sementes, atuam em sinergia com produtos comerciais, potencializando os benefícios para parâmetros de germinação, vigor e desenvolvimento de raiz.

Assim como a Linha Foliar e a Linha Seed as Cápsulas Larvicidas, auxiliam no combate e controle de insetos, mosquitos e larvas através de sua formulação baseada em ativos de origem vegetal.

Os Biossensores nanotecnológicos da Revella proporcionam ao mercado testes qualitativos para a rápida detecção de Salmonella sp. em produtos como proteínas e grãos, contribuindo para a otimização de processos e redução de custos na cadeia.

Baixe nosso e-book: Revella test:  Biossensores para detecção de Salmonella spp.

Principais Vantagens de utilizar produtos Revella

Ainda não está totalmente convencido dos benefícios da nanotecnologia no agro e dos produtos Revella Agritech

Segue uma lista que vai te fazer ter certeza!

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Aditivos Revella: tecnologias agrícolas para cultivo de milho

Condições climáticas e uso de tecnologias agrícolas destacam o Brasil como grande produtor e exportador de grãos

Nesse cenário, o milho se destaca como uma das culturas com maior participação no mercado nacional e internacional.

Além disso, o investimento no desenvolvimento de soluções que tragam melhorias tecnológicas aos insumos possibilita o aumento da produtividade ano após ano.

Diante disso, a Revella Agritech oferece o que há de melhor em inovação na indústria através de tecnologias agrícolas que contribuem com o desenvolvimento do agronegócio.

Cultura do milho no Brasil

Segundo a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), para a safra de 2022/2023, espera-se que o Brasil produza 124 milhões de toneladas de milho, valor 9% maior que a produção da safra 2021/2022.

Enquanto a maior parte dos produtores mundiais possuem limitações ambientais, nosso país é capaz de cultivar e armazenar este grão durante todo o ano.

Inicialmente, apenas a safra de verão possuía destaque, mas com o desenvolvimento de diferentes tecnologias agrícolas, tornou-se possível o cultivo do milho em diferentes regiões e períodos, constituindo importante fonte geradora de empregos.

Logo, o milho torna-se uma cultura de importância diversificada, destacando-se não somente como matéria-prima para alimentação humana mas também para a produção de etanol e ração animal.

Leia mais em: Uso de tecnologias para o aumento de produtividade na agricultura

A importância do milho na alimentação

Assim como tantas outras espécies, o milho possui grande importância na alimentação humana e animal.

No contexto da alimentação humana, esse pode ser incluído na dieta na forma de farinha, grão ou até mesmo como base para diversos produtos alimentícios.

Este grão é um alimento com alto valor nutricional, fonte de macro e micronutrientes, proteínas, carboidratos, carotenóides, vitamina E, ácidos graxos insaturados, antioxidantes e fibras.

Como resultado, a ingestão desse alimento auxilia no equilíbrio das atividades do corpo, prevenindo doenças degenerativas, cardiovasculares, além de danos neurológicos e câncer.

Estima-se que a produção de milho brasileira destinada para a alimentação humana é menos de 20%.

Já a alimentação animal demanda de 60 a 80% da produção de milho, segundo a Embrapa.

Logo, é possível observar o uso desse grão em propriedades de pequeno, médio e grande porte, seja na forma de farelo, grão ou ração.

Diversos são os fatores que fazem o milho ser considerado um alimento com alta qualidade e baixo custo, servindo de base para alimentação humana e animal.

Nesse sentido, a Revella Agritech deseja contribuir com o aumento da produtividade, uma vez que visualiza uma demanda contínua por este cereal.

Leia mais em: Nanopartículas em frutos: Conheça os benefícios

Produção nacional de etanol de milho

A alta versatilidade faz com que o milho se destaque como matéria-prima para a produção de etanol.

O cenário agrícola para o cultivo de milho está em expansão, com crescimento 800% nos últimos 5 anos chegando a uma produção de 4,5 bilhões de litros na safra 2022/2023.

Segundo a Unem (União Nacional do Etanol de Milho), a produção de etanol de milho deve chegar a 10 bilhões de litros até 2030, aumentando sua participação no mercado nacional.

Enquanto a cana-de-açúcar possui limitações quanto ao seu cultivo e armazenamento, o milho possui cultivares adaptadas, permitindo cultivo e armazenamento durante todo o ano.

Logo, este biocombustível, a base de milho, torna-se um importante aliado na transição energética de baixo carbono, mitigando as emissões de gases de efeito estufa.

As altas demandas internas e externas comprovam a necessidade de desenvolvimentos que proporcionem aumento de produtividade, tornando os aditivos Revella indispensáveis.

Baixe o E-book: Tecnologias no tratamento foliar

Desafios no cultivo de milho

Desafios como pragas e doenças estão entre os principais problemas da produção nacional de grãos.

Atualmente a cigarrinha do milho é uma das principais causadoras de perdas, podendo chegar a até 70%.

Neste cenário, especialistas buscam soluções tecnológicas que possam auxiliar no manejo e redução da ação desses insetos

Por isso, na agricultura convencional os inseticidas são comumente utilizados nas lavouras de norte a sul do país.

Segundo o Siagro (Sistema de Monitoramento do Comércio e Uso de Agrotóxicos do Estado do Paraná), na segunda safra de milho de 2021/2022, somente no estado do Paraná, 2,3 milhões de litros de inseticidas foram consumidos.

No entanto, um dos grandes problemas do alto uso de agroquímicos é a seleção de organismos resistentes, que tornam seu manejo cada vez mais difícil.

O investimento em manejos culturais que tornem as plantações mais saudáveis é o foco, e neste cenário a Revella pode auxiliar o agronegócio levando tecnologias agrícolas para o segmento.

Leia mais em: Nanotecnologia no setor agro: como a Revella influencia o segmento

Tecnologias agrícolas são o futuro do agro

A nanotecnologia já faz parte de inúmeros setores no mercado mundial, sendo esperado o investimento de US$70 bilhões até 2026.

Em contrapartida, no mercado agro a participação de produtos com tecnologias agrícolas como partículas em escala nanométrica ainda possui participação tímida, sendo observado um grande espaço para o desenvolvimento dos produtos do setor.

Sobretudo, essa tecnologia vem se popularizando devido aos inúmero benefícios e aplicações, contribuindo através:

Os benefícios trazidos pela nanotecnologia tornam essa tecnologia uma tendência para os próximos anos.

A Revella enxergando o potencial desse mercado, investe no presente desenvolvendo tecnologias agrícolas com o uso de micro e nanotecnologias em diferentes aplicações.

Leia mais: Como aumentar a produtividade e qualidade da aquicultura?

Potencialize seus produtos e ganhe mais produtividade

Os aditivos Revella tem eficiência comprovada, potencializando os resultados dos insumos agrícolas.

Os resultados em lavouras de milho comprovaram que o uso de Cyprium junto aos adubos foliares aumentou a produtividade em 30%.

Do mesmo modo, a sinergia entre ativos resultou na queda de 15% na incidência de ferrugem, comprovando mais uma vez a eficiência do aditivo Arbo nas lavouras.

Nosso aditivo LarvShield, com suas cápsulas naturais, teve sua eficiência comprovada, auxiliando no manejo de pragas, sem a seleção de resistência.

A tecnologia da Revella garante formulações estáveis, com matéria-prima natural, biodegradável e com alta eficiência, contribuindo de forma direta ou indireta a sua lavoura e o ambiente.

Nossos aditivos auxiliam na nutrição, metabolismo e estimulam a resistência das plantas, tornando estas mais aptas ao desenvolvimento.

Portanto, a Revella traz por meio de tecnologias agrícolas, benefícios às lavouras, seja com aumento produtivo ou com diminuição do uso de insumos de forma sustentável sem acúmulo no ambiente.

Leia mais: Biológicos no agronegócio: conheça a ciência que está por trás

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Nanotecnologia no agro e o papel da Revella

A nanotecnologia no agro possibilita às indústrias de insumos agrícolas otimizar resultados, agregar valor e aumentar sua produção, de forma mais eficiente e sustentável.

Entende-se como nanotecnologia a ciência que estuda e trabalha com partículas equivalentes a 1 bilionésimo de um metro.

Seus benefícios são inúmeros, pois agregam inovação e alta performance quando aplicadas em fertilizantes, adjuvantes e outros produtos agrícolas. inovações, agilidade e precisão nos processos produtivos. 

É visível a crescente busca por aplicações nanotecnológicas nos meios de produção. 

Esta demanda já é uma realidade na cadeia produtiva do agro. 

Leia mais em: Nanotecnologia no setor agro: como a Revella influencia o segmento

Como produzir mais com menos?

Novas tecnologias para um dos setores que mais cresce no Brasil, se tornou imprescindível devido à necessidade de otimização da produção.

Ou seja, produzir mais com menos e produzir de forma mais sustentável.

Com foco nisto que se pode vislumbrar um futuro promissor para a nanotecnologia no agro. 

As linhas de aplicações da nanotecnologia no agro são inúmeras e muito utilizadas hoje em dia. 

Dentre elas, destacam-se algumas principais:

Saiba mais em: Uso de tecnologias para o aumento de produtividade na agricultura

Pesquisas brasileiras com nanotecnologia no agro

O Brasil é o maior produtor rural mundial e não fica de fora quando o assunto é nanotecnologia no agro. 

No país existem alguns centros de pesquisas financiados pelo governo, como a EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), que, juntamente com o LNNA (Laboratório Nacional de Nanotecnologia para o Agronegócio) e outras 53 instituições, formam a rede Agronano

Essa rede é composta por diversos pesquisadores brasileiros e abrange todo o território nacional.

De acordo com a Embrapa, nos próximos anos, o avanço de pesquisas relacionadas à nanotecnologia no agro e as suas aplicações trarão impactos para a vida de 5 bilhões de pessoas ao redor do mundo.

Nanotecnologia agregando valor

Gerando benefícios na qualidade de vida, incrementando a produção de alimentos por área cultivada.

Além disso, a nanotecnologia no agro otimiza a qualidade dos processos agroindustriais, reduzindo custos de produção e produzindo de forma mais eficiente.

Saiba mais sobre: Biológicos no agronegócio: conheça a ciência que está por trás

Nanotecnologia no agro e suas aplicações

Existem diversas formas de aplicação da nanotecnologia dentro da cadeia produtiva do agronegócio brasileiro.

Alguns métodos de maior destaque estão no desenvolvimento de nanopartículas e nanoencapsulação para liberação controlada dos aditivos.

As soluções da Revella possuem efeito sinérgico com fertilizantes e defensivos agrícolas, sendo capazes de aumentar seu desempenho e eficácia.

Atualmente, muitas pesquisas estão voltadas para a redução do uso de defensivos químicos e na maior eficiência dos fertilizantes, é neste contexto que a nanotecnologia é um grande aliado no agro.

Leia mais em: Revella Agritech e Biosul Fertilizantes: Tecnologia em aditivos que inovou no mercado de fertilizantes

Papel das nanotecnologias da Revella Agritech para o agro

A Revella desenvolve aditivos de qualidades que visam otimizar a performance de insumos agrícolas.

Com variedade de produtos e aplicações para o agro, e em constante pesquisa para o desenvolvimento de novas tecnologias. 

O mercado agro hoje pode contar com aditivos para aplicação foliar que favorecem o desenvolvimento saudável das culturas, auxiliam na melhoria do sistema imunológico vegetal gerando efeito sinérgico na planta.

Por exemplo, aditivos desenvolvidos para o tratamento de sementes que potencializam a eficiência germinativa e o auxílio no controle de microrganismos fitopatogênicos.

Cápsulas Larvicidas que possui em sua formulação ativos de origem vegetal que atuam no combate e controle de insetos, mosquitos e larvas.

Os Biossensores que se tratam de testes qualitativos para a rápida detecção de Salmonella sp. em produtos como: proteínas e grãos.

Baixe nosso e-book: Revella test:  Biossensores para detecção de Salmonella spp.

Principais Vantagens de utilizar produtos Revella

Ainda não está totalmente convencido dos benefícios da nanotecnologia no agro e dos produtos Revella Agritech

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Nanotecnologia e a redução de elementos-traço na hortifruticultura

“Os elementos-traço são considerados contaminantes tóxicos, pois esses compostos químicos não são biodegradáveis, e possuem características de bioacumulação em organismos de toda a cadeia alimentar até mesmo para o homem.”

Sabemos que para mantermos uma alimentação saudável é necessário manter uma dieta rica em alimentos diversos.

Frutas e hortaliças possuem local garantido no consumo diário por serem fontes de vitaminas, fibras, minerais e outros compostos bioativos, que são essenciais para a manutenção da saúde e do peso corporal.

Como consequência da crescente procura por hábitos alimentares mais saudáveis, o consumo de alimentos in natura se torna cada vez maior. 

Assim sendo, o uso de fertilizantes e agroquímicos contribuem para garantir grandes volumes de produção.

Vale ressaltar que o uso dessas ferramentas produtivas, quando realizadas de forma irresponsável e impensada, pode causar prejuízos à produção agrícola, ao ambiente e à saúde humana.

Prejuízos esses causados pelo aumento dos custos produtivos, poluição ambiental e acúmulo de elementos-traço no agro com potencial tóxico.

Saiba mais em: Uso de tecnologias para o aumento de produtividade na agricultura

Acúmulo de elementos-traço no meio ambiente

Antes de tudo, a IUPAC (2002) define elementos-traço como metais encontrados em baixa concentração, de caráter μg/g, em solos, plantas e águas subterrâneas.

Dentre as formas de acúmulo desses elementos podemos citar o intemperismo, atividade vulcânica, queima de florestas e a atividade biogênica, sendo fontes naturais de acúmulo dos elementos-traço. 

No entanto, sabe-se que a atividade humana possui uma grande contribuição na geração desses compostos.

Diariamente o setor produtivo também contribui com o aumento destes elementos-traços no agro. 

Isso se dá através do uso de insumos químicos presente na maior parte dos manejos agrícolas.

Leia mais em: Uso de nanopartículas como inibidores de etileno pré-colheita

Manejos na hortifruticultura e o acúmulo de elementos-traço no agro

Antes de tudo, para melhorar nosso entendimento sobre os sistemas produtivos atuais, a agricultura convencional é a principal responsável por garantir produção mundial de matéria-prima e alimentos.

A agricultura convencional utiliza insumos químicos para obter uma produção que atenda às necessidades da população em termos de quantidade e qualidade.

Os adubos minerais, que são a fonte mais comum de macro e micronutrientes essenciais, consistem em sais extraídos de minérios naturais.

Dessa forma, a disponibilidade desses fertilizantes permite a produção de alimentos em grandes quantidades, atendendo a demanda por esses tipos de alimentos.

Conforme mencionado anteriormente, a utilização indiscriminada desses fertilizantes pode comprometer tanto a saúde humana quanto o meio ambiente.

Em virtude desses fertilizantes serem formados por nitratos e sulfatos, quando esses são lixiviados e atingem corpos d'água, esses geram processos de eutrofização causando desequilíbrio desses ecossistemas podendo comprometer a vida aquática.

Essa é apenas uma das consequências trazidas pelo uso excessivo desses compostos.

O uso desses insumos pode ser nocivo, uma vez que seu uso em excesso também pode gerar acúmulo em tecidos vegetais e animais que chegam a alimentação humana de forma direta ou indireta, podendo gerar efeitos tóxicos.

Leia mais em: Nanopartículas em frutos: Conheça os benefícios

Nanotecnologia e a diminuição de elementos- traço no agro

Sobretudo, os elementos-traços são considerados contaminantes tóxicos, pois esses compostos químicos não são biodegradáveis.

Em outras palavras, são elementos que possuem a característica de bioacumulação em organismos de toda a cadeia alimentar até mesmo ao homem.

Mas, de que forma a nanotecnologia e os aditivos Revella podem contribuir para a diminuição dos elementos-traço no agro?

Os aditivos da Revella Agritech contribuem com a redução de elementos-traço no agro, através do uso de insumos nanotecnológicos de alta eficiência.

As soluções Revella possuem alto desempenho com baixas dosagens, contribuindo para a menor exposição do ambiente a esses elementos.

Além disso, esses aditivos são estabilizados por moléculas naturais, como poliflavonóides, sendo soluções capazes de potencializar a ação dos insumos agrícolas, através da sinergia dos ativos de produtos comerciais.

A sinergia observada, contribui para a potencialização do efeito desses produtos, tornando sua ação ainda mais eficiente, podendo, eventualmente, contribuir para um manejo mais econômico.

Outra característica que contribui para a ação eficiente dos aditivos Revella está no auxílio às plantas a se tornarem mais saudáveis e menos suscetíveis às ações abióticas recorrentes no cultivo. 

Para garantir a eficiência de nossos aditivos no aspecto de acúmulo, a Revella realizou a determinação e quantificação de sua nanotecnologia.

Através da técnica ICP-MS, a qual é capaz de atingir limites de detecção ao nível de parte por trilhão, não foram detectados elementos-traço nas estruturas vegetais de diferentes indivíduos de hortaliças tratadas com fertilizantes foliares aditivados com a nanotecnologia, se tornando um produto com uso seguro para o setor alimentício.

Saiba mais sobre: Revella Agritech e Biosul Fertilizantes: Tecnologia em aditivos que inovou no mercado de fertilizantes

Por que você deveria utilizar a tecnologia Revella?

As formulações da Revella potencializam os resultados à campo, têm eficiência comprovada e soluções para todas as etapas do plantio.

São aditivos referência no mercado, pois auxiliam na manutenção e proteção da planta contra ações de patógenos e sem deixar elementos-traço.

Preserva as estruturas morfológicas das plantas e frutas devido a baixa concentração de ativo, sendo de grande importância para esse mercado nacional e global.

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Como aumentar a produtividade e qualidade da aquicultura?

A aquicultura tem crescido e aumentado sua participação na economia do país, consideravelmente. 

Apenas a criação de peixes em cativeiro no Brasil aumentou 4,7% no Brasil em 2021, com um faturamento de aproximadamente R$ 8 bilhões. 

Entretanto, esta atividade pode apresentar grandes perdas causadas por doenças infecciosas e manejo inadequado, que podem diminuir consideravelmente o lucro da atividade.

Leia nosso blog post completo para saber como as tecnologias da Revella podem te ajudar a aumentar a produtividade e a qualidade da aquicultura.

Baixe o ebook: Revella test:  Biossensores para detecção de Salmonella spp.

O que é Aquicultura?

Segundo a FAO, a aquicultura é uma prática que compreende todas as atividades relacionadas ao cultivo de organismos aquáticos, como peixes, moluscos, crustáceos, plantas aquáticas, répteis e anfíbios.

Possui implantação em todos os ramos da biologia, genética, ecologia e zoologia.

Incluindo também áreas como engenharia de pesca, tecnologia de alimentos, sociologia, economia e a própria engenharia de aquicultura.

Este segmento destaca-se como importante meio de produção de alimentos no mundo, seja como atividade produtiva de subsistência ou comercial.

Mercado de produção de peixes

Nos últimos dois anos, a pesca e a produção aquícola atingiram um recorde histórico de 214 milhões de toneladas, cerca de US $424 bilhões.

A produção de animais aquáticos em 2020 foi 60% maior do que a média na década de 1990.  

A atividade aquícola atualmente é responsável por cerca de 99% das algas marinhas consumidas no mundo, 90% das carpas e 73% dos salmões. 

Já as tilápias, mariscos, caranguejos, bagres e lagostas criadas correspondem a 50% do que chega à mesa do consumidor.

Só no Brasil, o setor promete um crescimento de 104% até 2025, devido ao incentivo às pesquisas, com um aumento de 15% no consumo, chegando a 21,4 kg  per capita até 2030.

Leia mais em: Revella Agritech: Nano e Biotecnologias para o agro.

Aquicultura no combate à fome

Os peixes produzidos pelo setor de aquicultura, além de serem destinados ao consumo humano.

Também são utilizados na produção de farinhas para a alimentação animal (ração), através de seus subprodutos ou resíduos (esqueleto, cabeça, escamas e vísceras).

A FAO ainda indica que a aquicultura é uma atividade responsável por assegurar a qualidade alimentar, fornecimento proteico, nutrição e emprego para a população.

O trabalho deve continuar para alimentar a crescente população mundial, melhorando a sustentabilidade das reservas e ecossistemas frágeis e protegendo os meios de subsistência a longo prazo. 

A atividade aquícola pode apresentar resultados rápidos para a produção de alimentos visando o combate à fome no mundo. 

Por isso a importância de estudos que garantam seu avanço.

Leia mais em: Biológicos no agronegócio: conheça a ciência que está por trás 

Como prevenir doenças e evitar a contaminação na produção aquícola

Atualmente, alguns métodos são utilizados visando prevenir o aparecimento de doenças, como a vacinação e uso de antibióticos em ração.

 O objetivo é conter a disseminação de doenças, principalmente as causadas por bactérias, mas podem também gerar resistência nos microbióticos. 

Com isso, impactos negativos ao meio ambiente são gerados devido à liberação de resíduos orgânicos e inorgânicos ao sistema. 

Desta maneira, pesquisadores e piscicultores têm procurado outras alternativas para controle e prevenção de doenças. 

O uso da nanotecnologia tem mostrado grande potencial na melhora da saúde dos peixes na aquicultura devido ao seu potencial antimicrobiano.

São utilizados sensores altamente seletivos para detecção de patógenos em água ou através de nanofiltros seletivos para compostos orgânicos e inorgânicos. 

Leia mais em: Nanotecnologia no setor agro: como a Revella influencia o segmento

Tecnologias para avançar no setor

Tecnologia e produção são conceitos que estão atrelados nos tempos atuais, e são garantia de resultados expressos com qualidade. 

O uso promissor da nanotecnologia em toda a cadeia produtiva vem se tornando mais usuais e apresentando resultados produtivos para o setor. 

Unindo conhecimento científico com desenvolvimento tecnológico, a Revella Agritech consegue atender as demandas de sanidade do setor de forma eficaz e sustentável.

Com produtos antimicrobianas à base de nanotecnologia, as soluções da Revella são inovadoras e diferenciadas para o segmento.

Apresentando resultados muito satisfatórios no combate de agentes patogênicos e inibindo contaminações cruzadas. 

Além de apresentar robustez devido a capacidade de suportar altas temperaturas e mudanças de pH do meio.

Para saber mais sobre esta e outras tecnologias desenvolvidas pela Revella.

Entre em contato com a gente por aqui, nossa equipe de especialistas estará pronta para atendê-lo.

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Revella Agritech e Biosul Fertilizantes: Tecnologia em aditivos que inovou no mercado de fertilizantes

BLOG_Revella e biosul

Sempre buscando inovar o portfólio de produtos e atender as necessidades das indústrias e dos produtores, a Biosul Fertilizantes e a Revella Agritech firmaram uma parceria de sucesso que perdura por anos.

Há mais de 19 anos no mercado de fertilizantes a Biosul atua no segmento de nutrição vegetal, tecnologias de aplicação e insumos biológicos, sendo pioneira no uso de extratos vegetais e aminoácidos em grande parte de suas formulações.

A Revella Agritech é uma spin- off da TNS Nano, que desenvolve aditivos e tecnologias sustentáveis para os diversos segmentos do agro. 

Com os objetivos alinhados, a parceria prosperou, rendeu frutos e cresce cada dia mais.

Unindo esforços para desenvolver tecnologias inteligentes que tornem os meios de produção mais eficazes e produtivos, a fim de garantir mais segurança desde o produtor rural até o consumidor final. 

Leia mais em: Uso de tecnologias para o aumento de produtividade na agricultura

Sobre a Biosul

A Biosul Fertilizantes é uma indústria brasileira, sediada na cidade de Vacaria, RS, Brasil. 

Ao longo dos anos de atuação nunca deixou de modernizar-se e investir em novas tecnologias, colocando a ciência a serviço da natureza, para oferecer as melhores soluções para todos os tipos de culturas.

Seu amplo portfólio contempla mais de 60 produtos para grãos, fruticultura, hortigranjeiros e flores, dentre outros produtos. 

Tadeu Pontalti, CEO da Biosul Fertilizantes, buscava por produtos inovadores no setor de fertilizantes, e principalmente, produtos que fossem rentáveis e sustentáveis. 

O empresário, acompanhava diariamente as novidades no setor, foi então conheceu os produtos da Revella e a parceria começou! 

A ideia principal era levar para o campo produtos com o objetivo de potencializar a produção, aumentar a produtividade e vigor das plantas, bem como otimizar a performance dos insumos utilizados. 

Hoje, podemos dizer que essa parceria cresceu, e se tornou uma amizade. Além do desenvolvimento de novos produtos, novos testes e aplicações, o ótimo relacionamento se estende a cursos, feiras e eventos juntos. 

Saiba mais em: Biosul, a história.

Por dentro da Revella

Um dos maiores desafios da Revella foi desmistificar o uso de nanopartículas e o microencapsulamento de ativos no setor agro. 

Pouco se sabe sobre as vantagens da nanotecnologia aplicada em produtos como fertilizantes, adjuvantes e outros.

A nanotecnologia consiste em materiais nanoparticulados, isto é, com partículas de dimensões nanométricas, possuem características distintas de suas versões microparticuladas. 

Isso se deve ao fato de as partículas apresentarem dimensões próximas às dos próprios átomos que constituem o material (um bilhão de vezes menor que um metro), alterando suas propriedades eletrônicas. 

Imagem: Escala comparativa de materiais

E qual o benefício para o agro?

O pequeno tamanho das partículas melhora a superfície de contato, e o resultado é que as plantas absorvem mais nutrientes, mesmo em menor quantidade.

A liberação do princípio ativo pode ser realizada de acordo com gatilhos específicos, tornando os processos mais eficientes e os resultados mais rápidos e eficazes. 

O tempo de ação na formulação final também será prolongado, bem como a translocação dos princípios ativos ocorrerá de forma mais rápida

Leia mais em: Nanotecnologia no agro: como a Revella influencia o segmento

Novos desafios e novas oportunidades

A partir dos desafios vieram as oportunidades, sabemos que diferentes pontos de vista nos levam a olhar para novos caminhos.

Como na maioria das lavouras e culturas (principalmente monoculturas), é indispensável a utilização de produtos químicos, sejam eles para o tratamento de sementes, manejo de solo, adubação de base, adubação foliar, defensivos agrícolas e até mesmo no pós-colheita. 

Por que não tornar o uso destes produtos, mais otimizado, consciente e sustentável?

Isso foi o que aconteceu, com a incorporação das tecnologia da Revella ao produtos da Biosul, agregamos vantagens e diferenciais, resultando no aumento do potencial produtivo das lavouras bem como facilitando a vida do produtor rural.

Leia mais em: Biológicos no agronegócio, conheça a ciência que está por trás

Sucesso de vendas

Hoje o mercado conta com produtos de alta tecnologia, como é o caso do Velus e +QOil.

O Velus possui cobre microencapsulado, um dos micronutrientes essenciais para o crescimento das plantas, além de ser fundamental para o metabolismo vegetal e formação da clorofila. 

A sinergia da fórmula da Biosul com o aditivo Cyprium também intensifica o sabor e a cor dos vegetais e das flores, além de atuar como ativador de enzimas em múltiplas rotas de importantes funções nas plantas, como na fotossíntese, respiração e desintoxicação dos radicais livres.

Já o + Q Oil contém nanopartículas estabilizadas com moléculas de extratos vegetais.

É um adjuvante constituído de óleo vegetal emulsificante que não causa fitotoxicidade nas plantas, pronto para ser adicionado a caldas de pulverização com outros agroquímicos, como herbicidas, fungicidas, inseticidas, acaricidas, reguladores de crescimento e fertilizantes foliares. 

Baixe nosso ebook: Tecnologia no tratamento de sementes

O agro não para!

Quando duas empresas se unem com um único propósito, os resultados são surpreendentes!

A Revella Agritech oferece diferentes produtos para o agro, como: Arbo, Cyprium, Larvshield, e o Revella test

Sendo pioneira no mercado de nano e biotecnologias para o agronegócio, com certificados e laudos que  comprovam sua segurança e eficácia dos seus produtos. 

Além disso, buscamos sempre contribuir com o  sucesso dos nossos clientes, e na tecnificação da agricultura em diversos setores da cadeia produtiva.

Sabemos que estamos no caminho certo, quando temos clientes como a Biosul. Empresas que juntas não medem esforços para ver a evolução do agronegócio brasileiro.

É esta a transformação que queremos levar para o mundo, tecnologias inteligentes, para o agronegócio, promovendo a saúde e bem-estar para sociedade e meio ambiente.

Leia mais em: Uso de tecnologias para o aumento de produtividade na agricultura

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Tecnologia Revella na hortifruticultura

A nanotecnologia tornou-se uma tendência na produção de frutas devido aos seus múltiplos benefícios na cadeia produtiva.

Nesse sentido, as tecnologias Revela Agritech, utilizando nanopartículas em frutos, procura evitar perdas na pré e pós colheita, integrando suas soluções nas diferentes etapas do processo.

Impacto econômico e o processo produtivo de frutos e hortaliças

É impossível pensar em agricultura e produção de alimentos sem pensar no Brasil.  

Nesse sentido, segundo documento divulgado pela Embrapa, nosso país ocupa o terceiro lugar na produção mundial de frutas.

Em 2021, o Brasil exportou US$ 917 milhões em frutas in natura, contribuindo para uma exportação total de frutas no valor de US$1,2 bilhão.

No entanto, mesmo com a participação expressiva do Brasil na exportação mundial, nosso país ainda é dependente de importações, o que impacta diretamente na economia da população.

Além disso, a disponibilidade desses alimentos sofre variações em decorrência de sua característica perecível, o que leva a uma vida útil limitada.

Conforme a FAO, 14% da produção de hortifruti se perde entre a colheita e a chegada ao ponto de venda.

Nesse cenário, as perdas estimadas podem ocorrer em diferentes etapas da cadeia,o que é de extrema importância para a análise do impacto econômico, uma vez que se a disponibilidade desses alimentos para os consumidores diminui, seu preço de venda aumenta.

Tecnologias com base em nanopartículas em frutas pode ser uma excelente opção para evitar estas perdas.

Leia mais: Tecnologias no tratamento foliar

Perdas de alimentos nas etapas do processo produtivo

A procura por alimentação saudável vem aumentando constantemente o consumo de frutas e hortaliças devido aos benefícios à saúde humana. 

No entanto, apesar da grande participação do Brasil na produção de frutas, nosso país ainda depende muito de importações para atender a demanda por esse tipo de alimento.

Dessa forma, a hortifruticultura continua sendo um mercado com grandes oportunidades dentro e fora do país.

A falta de conhecimento dos processos fisiológicos dos frutos, de infraestrutura adequada e de uma logística de distribuição, são considerados os principais fatores responsáveis pelo elevado nível de perdas em pré e pós-colheita observadas no país.

Nesse sentido, o desenvolvimento de métodos e tecnologias que alterem o atual cenário contribui para o crescimento e para a sustentabilidade do setor, sendo as nanopartículas em frutos importante aliado nesse processo.

Nanopartículas em frutas: benefícios para a pré-colheita

Sabe-se que para uma boa colheita é necessário um ótimo manejo produtivo.

O uso de insumos de qualidade, condições climáticas, nutrição e irrigação em níveis adequados e sanidade são fatores essenciais para o sucesso do plantio, desenvolvimento e colheita.

Dessa forma, a nanotecnologia traz benefícios à produção de frutas por meio da sinergia com insumos agrícolas.

Esta sinergia, potencializa a ação dos princípios ativos, melhora as condições nutricionais, aumenta o vigor das plantas, melhora o desenvolvimento estrutural e a saúde das lavouras.

Em outras palavras, a nanotecnologia em frutos,  melhora a performance dos produtos, contribuindo para um melhor desenvolvimento dos cultivos, e, portanto, colheitas mais saudáveis e produtivas.

Leia mais: Biológicos no agronegócio: Conheça a química que está por trás

Nanopartículas em frutas: benefícios para a pós-colheita

As perdas em pós-colheita englobam a não utilização do alimento devido a perdas quantitativas ou qualitativas.

Nesse sentido, as perdas quantitativas, correspondem à redução no peso do alimento por perda de água, matéria seca, manuseio inadequado e perdas acidentais.

Bem como as qualitativas, envolvem padrões de qualidade, incluindo as perdas de sabor, aroma, deterioração na textura e aparência e pelas perdas nutricionais, decorrentes de reações metabólicas.

Em síntese, as perdas em pós-colheita possuem inúmeros fatores que levam a deterioração dos frutos, geralmente associado a um estresse físico, químico ou biológico.

Como resultado, a resposta fisiológica do fruto é o aumento da produção de etileno, acelerando o processo de amadurecimento e deterioração.

O desafio é encontrar tecnologias que auxiliem a redução da produção de etileno nas diferentes etapas pós-colheita, sendo a nanotecnologia em frutos, objeto de estudo para a resolução desse problema.

Leia mais: Revella®: Rápida detecção de Salmonella na cadeia de proteínas

Insuficiência das tecnologias de conservação 

Tendo em vista a realidade atual percebe-se que os atuais métodos de conservação tem se mostrado insuficientes para a manutenção da qualidade dos frutos. 

Contudo, a busca por alternativas nanotecnológicas em frutos, vêm sendo desenvolvidas com o intuito de aprimorar, preservar e prolongar a vida útil de frutas e hortaliças através da redução da produção de etileno. 

Leia mais: Uso de tecnologias para o aumento de produtividade na agricultura

Soluções à base de nanotecnologia da Revella Agritech

Enquanto o mercado exige o desenvolvimento de tecnologias, a Revella Agritech não mede esforços para atender essa demanda com nanotecnologia para frutos

A tecnologia Arbo trata-se de uma solução inovadora e sustentável estabilizada  com moléculas de extratos vegetais com resultados comprovados em aplicação pré-colheita.

Arbo quando aplicado em pré-colheita, via aplicação foliar, apresentou efeito dose-dependente na inibição do etileno, prolongando o período de maturação sem alterar as demais características do alimento.

Nanopartículas quando aplicadas via películas de revestimento, apresenta diminuição das taxas de respiração podendo ser uma alternativa para retardar o amadurecimento dos alimentos pós-colheita, garantindo um produto final com maior qualidade sem a presença resíduos. 

Conclusão

A Revella Agritech visa o investimento constante em tecnologias de ponta para ofertar insumos de qualidade e que agregam produtividade e lucratividade aos produtores agrícolas, por meio de nanotecnologia em frutos.

Nossos aditivos são compatíveis com diversas moléculas com foco em garantir sinergia entre ativos, potencializando seu efeito em diversas etapas da cadeia produtiva de alimentos. 

Contribuindo, não somente para a disponibilidade de alimentos no mercado como também para a redução de perdas no pré e pós-colheita.

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Entre em contato com o nosso especialista, juntos podemos oferecer qualidade, produtividade e sustentabilidade para o mercado agro. 

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Nanotecnologia no agro: como a Revella influência o segmento

nanotecnologia no agro

Atualmente, pesquisas e desenvolvimentos sobre nanotecnologia no agro tem se tornado prioridade no Brasil e no mundo.

Em 2022 o setor agro sofreu com a alta dos preços dos insumos importados, chegando a variações de até 125%, influenciando no custo da produção nacional.

Para este ano os especialistas esperam alta na produção agrícola nacional, porém o fantasma dos altos custos de insumos segue assombrando os produtores.

Nesse sentido, o Plano Nacional de Fertilizantes visa diminuir a dependência brasileira de insumos externos de 80% para 50% até 2050.

Assim a Revella e seus desenvolvimentos em nanotecnologia para agro contribuem para a melhoria do cenário atual.

Leia mais em: Catálogo de Produtos

Produção de insumos nacional

A princípio, o Plano Nacional de Fertilizantes foca no desenvolvimento de ciência, tecnologia, síntese industrial e atração de investimentos para produção nacional de fertilizantes

Segundo especialistas, a produção de fertilizantes em território nacional custa caro ou é inviável, devido a profundidade e localidade das jazidas.

Entretanto, há um consenso sobre a necessidade de ação, para tornar o Brasil menos refém dos insumos externos.

Por isso, a Revella tem muito a contribuir através de suas soluções em nanotecnologia para o agro.

Antes de tudo, quando falamos de nanotecnologia no agro, nos referimos ao uso de partículas de tamanho nanométrico, com alta área superficial específica (ASE).

O pequeno tamanho dos materiais nanopartículas torna esses muito mais eficientes, possibilitando o uso de pequenas doses nas mais diferentes aplicações.

Nossos testes comprovam que a sinergia entre os insumos e as nanopartículas aumentam a produtividade e reduzem a necessidade de altas aplicações, devido a potencialização trazida por esses nanomateriais.

Leia mais em: Cobre na agricultura: micronutrientes essenciais para as planta

Desafios nas lavouras

As lavouras de todo o mundo sofrem com impactos causados por fatores bióticos, como pragas e doenças, e abióticos, como clima e manejo inadequado.

Devido aos impactos sofridos a demanda por insumos torna-se frequente, buscando por soluções que reduzam perdas e aumente a produtividade por área.

Por esse motivo, a busca por alternativas tecnológicas e com o melhor custo-benefício para a indústria é uma necessidade crescente, não somente para diminuir os custos produtivos, mas também para reduzir os riscos ao ambiente e a saúde humana.

Segundo pesquisa da Embrapa, 84% dos participantes da pesquisa utilizam pelo menos uma tecnologia em seu processo produtivo, e esse número tende a crescer.

Da mesma forma, a nanotecnologia na agro passa a ganhar espaço através de estudos e comprovações que demonstram os benefícios dessa tecnologia.

Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), até 2050 a população mundial deve chegar a 10 bilhões de pessoas.

Ou seja, o desafio será cada vez maior, e para atender a demanda, será necessário o apoio de tecnologias que tragam para o agronegócio, produtividade, sustentabilidade e rentabilidade.

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Como a Revella influencia o segmento agro

Diversas soluções podem ser apresentadas para resolver os mesmos problemas: produzir mais com menos, porém, poucas são realmente efetivas.

Muitas pesquisas com nanotecnologia no setor agro estão focadas na redução do uso de pesticidas e agrotóxicos.

Por exemplo, o aditivo Cyprium da Revella foi capaz de proporcionar um ganho produtivo de mais de 30% por hectare quando em sinergia com fertilizantes foliares.

Além disso, apresentou o aumento da cerosidade das folhas, aumento da firmeza da cabeça e maior resistência e proteção contra doenças.

Outro importante resultado observado com o uso do aditivo Arbo foi a redução de 35% de trifólios infectados além de um aumento médio de 26% no número de flores por planta.

São inúmeros os testes que mostram a eficiência do uso dos aditivos Revella, comprovando não só os benefícios financeiros, mas também os benefícios ambientais e de redução de toxicidade para os organismos não-alvos.

Não nos resta dúvidas que a nanotecnologia no agro é um grande diferencial e um dos maiores aliados na produção de alimentos.

Investir em novas tecnologias significa acompanhar as demandas e necessidades do mercado, a fim de garantir mais competitividade para o produtor e agregar maior valor à sua produção.

Leia mais:Uso de tecnologias para o aumento de produtividade na agricultura

Tecnologia no agro, o futuro é agora!

De forma geral, pode-se dizer que o foco da nanotecnologia no setor agro, se difere das aplicações convencionais.

Acima de tudo, o propósito da Revella é desenvolver aditivos que estimulem os mecanismos de autoproteção das lavouras através da sinergia entre o aditivo e o insumo.

São aditivos sustentáveis, estabilizados com extratos vegetais e biodegradáveis, que não acumulam elementos- traço nas estruturas morfológicas das plantas, sendo uma inovação viável e que impacta positivamente as lavouras.

Não fique para trás! O avanço tecnológico é um movimento irreversível e cada vez mais presentes nas nossas vidas, e a nanotecnologia aplicada na agroindústria é uma realidade crescente e necessária.

Leia mais: Uso de tecnologias para o aumento de produtividade na agricultura

Ainda tem dúvidas dos benefícios?

Os aditivos Revella possuem alta versatilidade, com diferentes aplicações na agricultura e nas instalações de produção de animais.

Listamos aqui os principais diferenciais que os aditivos da Revella podem proporcionar para o seu negócio:

Leia mais: Biológicos no agronegócio: Conheça a ciência que está por trás

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