O estresse abiótico — causado por seca, altas temperaturas, salinidade, radiação e outros fatores ambientais — está entre as principais ameaças ao desempenho das culturas. Nos últimos anos, o uso de nanopartículas de micronutrientes, especialmente cobre (Cu) e zinco (Zn), vem ganhando destaque por sua capacidade de fortalecer mecanismos de defesa, aumentar a produtividade e melhorar a resiliência das plantas.
Entre essas soluções, as tecnologias baseadas em nanopartículas de cobre e zinco da Revella®, como o Revella® Cyprium Plus, têm se consolidado como ferramentas eficientes para mitigar estresses abióticos e otimizar o desempenho agronômico.
Como o Estresse Abiótico Afeta as Plantas?
O estresse abiótico compromete processos fisiológicos essenciais, como fotossíntese, respiração, absorção de nutrientes e expansão celular. Entre os impactos mais comuns estão:
- Redução do crescimento radicular e aéreo
- Menor formação de biomassa
- Aumento da suscetibilidade a patógenos
- Perdas significativas de produtividade
Na soja, estresses abióticos como calor excessivo, déficit hídrico e alta radiação podem resultar em perdas relevantes de produtividade, afetando diretamente o desempenho fisiológico da planta.
O Papel do Cobre e do Zinco no Manejo de Estresses Abióticos
Cobre: antioxidante e indutor de resistência
O cobre é um micronutriente essencial envolvido na formação de lignina, na respiração celular e na atividade de enzimas antioxidantes.
A adequação do suprimento de cobre contribui para o fortalecimento das defesas vegetais e para a mitigação dos efeitos do estresse biótico e abiótico.
Quando formulado em escala nanométrica, esses efeitos são potencializados, permitindo:
- Maior eficiência como indutor de resistência, com ativação mais rápida e controlada das respostas de defesa da planta
- Estímulos oxidativos modulados, capazes de ativar genes relacionados à defesa sem causar fitotoxicidade
- Efeito multissítio mais eficiente, promovendo proteção fisiológica complementar frente a agentes oportunistas
Zinco: ativador enzimático essencial ao crescimento sob estresse
O zinco participa da regulação hormonal, da síntese de proteínas e da estabilização das membranas celulares, desempenhando papel fundamental no crescimento e no equilíbrio metabólico das plantas, especialmente sob condições adversas.
Em formulações nanoestruturadas, o fornecimento de zinco apresenta maior eficiência fisiológica, resultando em:
- Redução mais efetiva dos danos associados ao estresse oxidativo
- Estímulo mais consistente à expressão de genes relacionados à defesa e à adaptação ao estresse
- Melhoria da integridade celular em condições de seca, calor ou salinidade
Por que Nanopartículas São Mais Eficientes?
A tecnologia nano apresenta vantagens diretas na mitigação de estresses abióticos:
- Maior área superficial, facilitando absorção e translocação
- Baixa necessidade de dose, com reduções de até 66% em comparação a sais de cobre convencionais
- Maior uniformidade e estabilidade em calda
- Compatibilidade com defensivos, fertilizantes e indutores de resistência
Evidências de Campo: Como o Revella® Cyprium Plus Responde ao Estresse Abiótico
Incremento de produtividade mesmo sob condições adversas
Ensaios de campo demonstram que a combinação de nanopartículas de Cu e Zn:
- Aumenta o número de folhas remanescentes
- Desenvolve plantas mais vigorosas
- Melhora o peso de grãos
- Eleva a produção em culturas como soja, milho e hortaliças
Aplicações Práticas do Revella® Cyprium Plus no Manejo de Estresse Abiótico
O Revella® Cyprium Plus, solução nano à base de cobre e zinco:
- Pode ser incorporado a fungicidas, fertilizantes e indutores de resistência
- Atende múltiplas culturas
- Contribui para a resiliência fisiológica, especialmente em situações de seca, variações extremas e alta pressão de patógenos secundária ao estresse
Conclusão
O uso de nanopartículas de cobre e zinco representa uma das abordagens mais avançadas e eficientes para reduzir os impactos dos estresses abióticos na agricultura moderna. Soluções como o Revella® Cyprium Plus, reúnem alta performance, compatibilidade e baixas doses, promovendo:
- Plantas mais resistentes
- Melhor aproveitamento fisiológico
- Incrementos reais de produtividade
- Sustentabilidade no manejo



